Nas entranhas
teu desejo
digitado
imprime
a lembrança
do silêncio
pleno
sábado, 5 de abril de 2008
sábado, 15 de março de 2008
deseo
Me gusta
Quando, em riste,
Seu gesto se ajusta
E me deita de costas
... E se ajeita
Às minhas formas
(como você gosta)
Me gusta
Quando, em movimento,
Seu desejo,
Sussurrando por dentro,
me pergunta:
- Assim machuca?
Me gusta
Quando, sem culpa,
Assumo que sou
Sua puta
E você me surra
Enquanto eu gozo...
(como eu gosto)
Quando, em riste,
Seu gesto se ajusta
E me deita de costas
... E se ajeita
Às minhas formas
(como você gosta)
Me gusta
Quando, em movimento,
Seu desejo,
Sussurrando por dentro,
me pergunta:
- Assim machuca?
Me gusta
Quando, sem culpa,
Assumo que sou
Sua puta
E você me surra
Enquanto eu gozo...
(como eu gosto)
sábado, 23 de fevereiro de 2008
fim de semana
Por trás da porta paulistana
E das vespertinas horas
Que a cortina dissimula,
A cama acolhe e testemunha
Nosso esporádico costume:
Seu toque...
O hálito...
Nosso lume...
E das vespertinas horas
Que a cortina dissimula,
A cama acolhe e testemunha
Nosso esporádico costume:
Seu toque...
O hálito...
Nosso lume...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
recuerdo*
El color de tus ojos
(castaños)
brilla y se fija
sobre mis poros
... mientras
te extraño
* "Haces falta tu"
(castaños)
brilla y se fija
sobre mis poros
... mientras
te extraño
* "Haces falta tu"
sábado, 19 de janeiro de 2008
silêncio
Na falta de uma rima
toante...
que me encante o branco
do papel
da tela...
Busco a sensação:
por enquanto,
fico só à escuta
folheando desejos...
traçados na distância
que machuca
cada verso
emudecido
Sou o silêncio
à procura
da única rima...
toante...
que me encante o branco
do papel
da tela...
Busco a sensação:
por enquanto,
fico só à escuta
folheando desejos...
traçados na distância
que machuca
cada verso
emudecido
Sou o silêncio
à procura
da única rima...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
cartão
Estou oferecendo
um poema.
uma dor.
Quem quer ler
meu
mais-que-imperfeito
amor?
Estou apostando no novo
de novo
outra vez
(Espero demonstrar
a todos vocês)
E declarar
às claras
nas linhas expressas
na vida real:
Tenho um bem
e ele não é virtual!
Queridos leitores amigos (mais amigos que leitores...rs), obrigada pelas visitas... pela cumplicidade dos comentários... pela lealdade...
FELIZ 2008!!!
um poema.
uma dor.
Quem quer ler
meu
mais-que-imperfeito
amor?
Estou apostando no novo
de novo
outra vez
(Espero demonstrar
a todos vocês)
E declarar
às claras
nas linhas expressas
na vida real:
Tenho um bem
e ele não é virtual!
Queridos leitores amigos (mais amigos que leitores...rs), obrigada pelas visitas... pela cumplicidade dos comentários... pela lealdade...
FELIZ 2008!!!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
aunque lejos
Sinto ainda na pele
O deslize
Da sua mão,
Que brinca
Tímida e sem limite,
Na minha íntima febre
Ainda vibra em mim
O jorro silencioso
Assim como o gozo
Que você declina
Quando recolho
Sua saliva
Na minha boca...
Ponho seus dedos
Nos meus cabelos...
Prendo seu peso
Entre minhas coxas!
(Algo me levou ao passado...rs... acho que é efeito do fim de ano! Atualizei o Gavetas Abertas)
O deslize
Da sua mão,
Que brinca
Tímida e sem limite,
Na minha íntima febre
Ainda vibra em mim
O jorro silencioso
Assim como o gozo
Que você declina
Quando recolho
Sua saliva
Na minha boca...
Ponho seus dedos
Nos meus cabelos...
Prendo seu peso
Entre minhas coxas!
(Algo me levou ao passado...rs... acho que é efeito do fim de ano! Atualizei o Gavetas Abertas)
domingo, 2 de dezembro de 2007
cíclico
outra manhã se revela
e me engana...
se me deixo plena
e me afogo
densa de planos
à espera
do beijo sonoro
cotidiano
noturno
que ilumina minha cama
quando durmo
e me engana...
se me deixo plena
e me afogo
densa de planos
à espera
do beijo sonoro
cotidiano
noturno
que ilumina minha cama
quando durmo
sábado, 24 de novembro de 2007
mergulho
Um olhar boiava
fora do mar
afogava barcos
pesados e estrangeiros
(embarcações à deriva)
E a onda indecisa
me arrastava
para as saudades
oceânicas
fora do mar
afogava barcos
pesados e estrangeiros
(embarcações à deriva)
E a onda indecisa
me arrastava
para as saudades
oceânicas
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