de repente
a rima recente
se ressente
e o texto ressentido
fica inibido
... por hoje
apenas
não há poemas
quarta-feira, 18 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Garatujas
Te rabisco
Com meus lápis de dor
Desisto do risco
Tento o amor-aquarela
Invento outro traço
traço outra reta
Mas só vejo o esboço
(do desenho que não fiz)
Estampado no teu rosto
Com o pó da cera
De giz
E acompanhem a SEMANA TEMÁTICA HAIKAIS no Blog de 7 Cabeças
Com meus lápis de dor
Desisto do risco
Tento o amor-aquarela
Invento outro traço
traço outra reta
Mas só vejo o esboço
(do desenho que não fiz)
Estampado no teu rosto
Com o pó da cera
De giz
E acompanhem a SEMANA TEMÁTICA HAIKAIS no Blog de 7 Cabeças
sábado, 23 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
fertilidade
Agora que teu cheiro
Mora na minha pele
E o aroma da noite
Perfuma meu quarto
E minha carne
Agora meu corpo
(poema incerto)
Recolhe teu verso
Ejaculado
Mora na minha pele
E o aroma da noite
Perfuma meu quarto
E minha carne
Agora meu corpo
(poema incerto)
Recolhe teu verso
Ejaculado
epopeia*
O que será da nossa estreia
Agora que não há acento
Na plateia?
(*Pensando na minha (re)estreia no Blog de 7 Cabeças)
Agora que não há acento
Na plateia?
(*Pensando na minha (re)estreia no Blog de 7 Cabeças)
terça-feira, 12 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
de repente
de tanto ver
seu verso (en)cantado
na minha frente:
o fogo rente
rosto que marca
moço em seu chapéu
(de tanto ver
creio na farsa
do seu cordel)
de tanto ouvir
na sua voz
a rima
veloz de
sertão em canto
(vez em quando)
Sou pranto
enquanto o canto
é silêncio...
na fumaça
que abrasa
(se seu abraço escassa)
seu verso (en)cantado
na minha frente:
o fogo rente
rosto que marca
moço em seu chapéu
(de tanto ver
creio na farsa
do seu cordel)
de tanto ouvir
na sua voz
a rima
veloz de
sertão em canto
(vez em quando)
Sou pranto
enquanto o canto
é silêncio...
na fumaça
que abrasa
(se seu abraço escassa)
terça-feira, 5 de abril de 2011
Cordel
segunda-feira, 28 de março de 2011
nômade
Teu beijo habita meus pensamentos:
alimento em escassa porção
A língua do teu saber
povoa minha parca sabedoria
Teu olhar mora em meus sonhos
na minha farta imaginação
E é teu cheio que permanece
Se te (res)piro à distância
Teu corpo hoje vive
visceral(mente) em mim
... se expande toda noite
e se instala quando o tato
digita meus segredos
noturnamente revelados
alimento em escassa porção
A língua do teu saber
povoa minha parca sabedoria
Teu olhar mora em meus sonhos
na minha farta imaginação
E é teu cheio que permanece
Se te (res)piro à distância
Teu corpo hoje vive
visceral(mente) em mim
... se expande toda noite
e se instala quando o tato
digita meus segredos
noturnamente revelados
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