Depois do fim
soul só
um
vazio
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
ressaca
... e de manhã,
quando acordo
e me olho no espelho
ainda latejo
e todos os meus lábios
sentem teu beijo
quando acordo
e me olho no espelho
ainda latejo
e todos os meus lábios
sentem teu beijo
terça-feira, 6 de março de 2012
Feita em versos
Minha rima feminina
vibraria por alice
num haicai se ruísse
E despertaria performática
Quase tão multimídia quanto elisa
talvez se molhasse nos naufrágios de cecília
ou nos versos suicidas de ana cristina
se se mostrasse tão lasciva quanto adélia ou hilda
e poetizasse outros fetiches
poetaproseando quase clarice
"Enquanto faço o verso, tu decerto vives.
Trabalhas tua riqueza, e eu trabalho o sangue.
Dirás que sangue é o não teres teu ouro
... E o poeta te diz: compra o teu tempo.
Contempla o teu viver que corre, escuta
O teu ouro de dentro. É outro o amarelo que te falo.
Enquanto faço o verso, tu que não me lês
Sorris, se do meu verso ardente alguém te fala.
O ser poeta te sabe a ornamento, desconversas:
“Meu precioso tempo não pode ser perdido com os poetas”.
Irmão do meu momento: quando eu morrer
Uma coisa infinita também morre. É difícil dizê-lo:
MORRE O AMOR DE UM POETA.
E isso é tanto, que o teu ouro não compra,
E tão raro, que o mínimo pedaço, de tão vasto
Não cabe no meu canto."
(inspiradores versos de Hilda Hilst)
vibraria por alice
num haicai se ruísse
E despertaria performática
Quase tão multimídia quanto elisa
talvez se molhasse nos naufrágios de cecília
ou nos versos suicidas de ana cristina
se se mostrasse tão lasciva quanto adélia ou hilda
e poetizasse outros fetiches
poetaproseando quase clarice
"Enquanto faço o verso, tu decerto vives.
Trabalhas tua riqueza, e eu trabalho o sangue.
Dirás que sangue é o não teres teu ouro
... E o poeta te diz: compra o teu tempo.
Contempla o teu viver que corre, escuta
O teu ouro de dentro. É outro o amarelo que te falo.
Enquanto faço o verso, tu que não me lês
Sorris, se do meu verso ardente alguém te fala.
O ser poeta te sabe a ornamento, desconversas:
“Meu precioso tempo não pode ser perdido com os poetas”.
Irmão do meu momento: quando eu morrer
Uma coisa infinita também morre. É difícil dizê-lo:
MORRE O AMOR DE UM POETA.
E isso é tanto, que o teu ouro não compra,
E tão raro, que o mínimo pedaço, de tão vasto
Não cabe no meu canto."
(inspiradores versos de Hilda Hilst)
domingo, 26 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
soneto de infidelidade (paródia sem-vergonha)
Nem sempre, meu amor, esteja dentro
Antes, saiba fazê-lo entre tantos
Que mesmo em fase de algum lamento
Estremeça em meu corpo vibrando
Quero tê-lo nos vãos em movimento
E nesse calor me lambuzar de encantos
E rir sem siso, te desejar num canto
do meu delírio de acasalamento
Assim, em cada vez que te procuro
Quem sabe, com sorte, eu ainda salive
Quem sabe, com tesão, na minha cama
Eu possa ter teu membro em riste:
Que não seja só rápido, mas sacana
Que esteja interno enquanto duro
Antes, saiba fazê-lo entre tantos
Que mesmo em fase de algum lamento
Estremeça em meu corpo vibrando
Quero tê-lo nos vãos em movimento
E nesse calor me lambuzar de encantos
E rir sem siso, te desejar num canto
do meu delírio de acasalamento
Assim, em cada vez que te procuro
Quem sabe, com sorte, eu ainda salive
Quem sabe, com tesão, na minha cama
Eu possa ter teu membro em riste:
Que não seja só rápido, mas sacana
Que esteja interno enquanto duro
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
ficção
nossa história de amor
era coisa do passado
caso mal resolvido
virou leitmotiv
desse romance inacabado
era coisa do passado
caso mal resolvido
virou leitmotiv
desse romance inacabado
domingo, 4 de dezembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
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