com o tempo
aprendi a ser menos volúvel
me tornei mais vulnerável
percebi que o tempo
é volátil
terça-feira, 24 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
retrato em branco e preto (ou a foto de perfil)
teu rosto
na moldura
hora ou outra
me encontra
à tua procura
eu visito
teu sorriso
te vejo em close
(em pose de astro)
e acho que é pra mim
que teu olho olha
a falta de cor
que decora tua face
colore meu pensamento
por dentro, um desejo
comemora
na tela passa um filme
em branco e preto
com direito
a trilha sonora
domingo, 24 de junho de 2012
ménage à trois
se a rima
desperta
ambígua
entre seus versos
e minha língua
se cada nova estrofe
de dissolve
antes que poesia
se mostre
deixemos a forma
escrita a pena
criemos o poema
à nossa moda
terça-feira, 12 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
letargia
Guardei mais um soneto
num frasco de cianureto
o silêncio do verso
(meu vício)
pus num vidro de silício
o suicídio do poema
me serve de tema
mas não vira notícia...
a rima sem malícia
pede uma injeção de morfina
(para aliviar os sintomas)
a poesia permanece em coma
e na solidão absoluta
ingere mais uma dose
de cicuta
num frasco de cianureto
o silêncio do verso
(meu vício)
pus num vidro de silício
o suicídio do poema
me serve de tema
mas não vira notícia...
a rima sem malícia
pede uma injeção de morfina
(para aliviar os sintomas)
a poesia permanece em coma
e na solidão absoluta
ingere mais uma dose
de cicuta
domingo, 3 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
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