Agora que teu cheiro
Mora na minha pele
E o aroma da noite
Perfuma meu quarto
E minha carne
Agora meu corpo
(poema incerto)
Recolhe teu verso
Ejaculado
segunda-feira, 18 de abril de 2011
epopeia*
O que será da nossa estreia
Agora que não há acento
Na plateia?
(*Pensando na minha (re)estreia no Blog de 7 Cabeças)
Agora que não há acento
Na plateia?
(*Pensando na minha (re)estreia no Blog de 7 Cabeças)
terça-feira, 12 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
de repente
de tanto ver
seu verso (en)cantado
na minha frente:
o fogo rente
rosto que marca
moço em seu chapéu
(de tanto ver
creio na farsa
do seu cordel)
de tanto ouvir
na sua voz
a rima
veloz de
sertão em canto
(vez em quando)
Sou pranto
enquanto o canto
é silêncio...
na fumaça
que abrasa
(se seu abraço escassa)
seu verso (en)cantado
na minha frente:
o fogo rente
rosto que marca
moço em seu chapéu
(de tanto ver
creio na farsa
do seu cordel)
de tanto ouvir
na sua voz
a rima
veloz de
sertão em canto
(vez em quando)
Sou pranto
enquanto o canto
é silêncio...
na fumaça
que abrasa
(se seu abraço escassa)
terça-feira, 5 de abril de 2011
Cordel
segunda-feira, 28 de março de 2011
nômade
Teu beijo habita meus pensamentos:
alimento em escassa porção
A língua do teu saber
povoa minha parca sabedoria
Teu olhar mora em meus sonhos
na minha farta imaginação
E é teu cheio que permanece
Se te (res)piro à distância
Teu corpo hoje vive
visceral(mente) em mim
... se expande toda noite
e se instala quando o tato
digita meus segredos
noturnamente revelados
alimento em escassa porção
A língua do teu saber
povoa minha parca sabedoria
Teu olhar mora em meus sonhos
na minha farta imaginação
E é teu cheio que permanece
Se te (res)piro à distância
Teu corpo hoje vive
visceral(mente) em mim
... se expande toda noite
e se instala quando o tato
digita meus segredos
noturnamente revelados
segunda-feira, 14 de março de 2011
apelo à flor da pele
sele minha pele
com sua saliva
leve sua língua
à flor da minha pele
(onde) seu lábio
de leve
me revele
selo em relevo
febre e zelo
em sê-lo:
pelo
impele minha pele
ao fogo
do seu apelo
até que sua pele
pelo meu gozo
apele
com sua saliva
leve sua língua
à flor da minha pele
(onde) seu lábio
de leve
me revele
selo em relevo
febre e zelo
em sê-lo:
pelo
impele minha pele
ao fogo
do seu apelo
até que sua pele
pelo meu gozo
apele
quarta-feira, 9 de março de 2011
para uma quarta-feira (quase) cinza*
Recuperando o presente,
Percorro aqueles passados
Outros feriados sem fim
E todos os domingos
Que você roubou de mim
Recolho migalhas de carinho
Nos abraços que ainda sinto
Espalhados entre os nãos
Dos seus atalhos em meus vãos
*Repostagem
Percorro aqueles passados
Outros feriados sem fim
E todos os domingos
Que você roubou de mim
Recolho migalhas de carinho
Nos abraços que ainda sinto
Espalhados entre os nãos
Dos seus atalhos em meus vãos
*Repostagem
domingo, 6 de março de 2011
tua presença*
Vieste de dias distantes
bem antes... de alguma poesia
Chegaste vibrante
Quando sem rimas eu vivia...
Vieste sem dizer palavra tua
(recitando sonhos alheios)
Me iluminaste de Lua
Como lunática eu passeio
Sopraste nos meus versos banais
Teu jeito sutil de observar
Vendo mais sem me olhar
Com olhares ternos e acidentais
Estás agora aqui
(...Vieste a perder-te nestas linhas)
Em meus poemas ficaste...
Quando eu nem acreditava que vinhas...
*Tirado lá do fundo da gaveta...rs... post originalmente escrito no "Poemas e devaneios", nos idos de 2005
bem antes... de alguma poesia
Chegaste vibrante
Quando sem rimas eu vivia...
Vieste sem dizer palavra tua
(recitando sonhos alheios)
Me iluminaste de Lua
Como lunática eu passeio
Sopraste nos meus versos banais
Teu jeito sutil de observar
Vendo mais sem me olhar
Com olhares ternos e acidentais
Estás agora aqui
(...Vieste a perder-te nestas linhas)
Em meus poemas ficaste...
Quando eu nem acreditava que vinhas...
*Tirado lá do fundo da gaveta...rs... post originalmente escrito no "Poemas e devaneios", nos idos de 2005
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