terça-feira, 19 de junho de 2007

[sem título]

Cada vez que me despeço,
Eu rezo
E peco... e herege
Contemplo o desejo
Que me lateja por dentro

Cada vez que eu gozo,
E jorro...
Rogo pelo gosto profano
Que os beijos pedem iguais
Calo um óbvio eu-te-amo
E imploro preces mais carnais

4 comentários:

Rayanne disse...

Affffffffffff.......faltou o fôlego!!! É um fogaréu de poesia!!!
***Estrelas rubras***

Múcio Góes disse...

putzzzz! piiiiiiiii! rs.. lindo de ler, e desfalecer!

bjssss

Lunna disse...

Manhã de verão... Sem pressa em mim, mas voando em algumas esquinas!
Quase hora do almoço por aqui!
Já sinto os cheiros dos fornos e começo a ouvir o tiritintar dos pratos indo para a mesa.
A primavera deixou flores e perfumes e acho que ainda ficarão por aqui um bom tempo...
Ótimo momento para visitar os amigos...
Bom fim de semana...

moacircaetano, todo prosa! disse...

delicioso, como sempre!
saudade enorme!