sábado, 18 de outubro de 2008

banquete

Degusto teu gosto
Sempre pronto
Pro contato labial:
Teu exposto
E monossilábico
Pau

Sugo teu sumo
Te engulo morno
E ácido...
Meu habitual
Ato fálico

10 comentários:

José Rosa (ZeRo S/A) disse...

Poema irmão do meu poema Comunhão. Adorei.

andre gabriel disse...

oie! admiro sinceramente este teu jeito de escrever coisas tão "hot" de maneira doce e sintética. isso é poesia, realmente. beijos

Ramon Alcântara disse...

Ato! De fato! Lato!

Poesia!

Elise disse...

Banquete! Que fartura de sensibilidade erótica, aqui... ;)
Meu beijo.

Augusto S. disse...

Um tanto sexual heim?? hahha

bem bolado...

Eric Iglésias Coutinho disse...

te provo como prato
comendo de pau

P.S.: Gostei muito da sua poesia. Li seu livro. Minha professora de espanhol me emprestou seu exemplar. Fiz até uma poesia inspirada nele. Está no meu blog, chama-se: sexo social

Bia Pedrosa disse...

com uma maneira simples e delicada você expressa uma sensação única de prazer.
adorei seu espaço. voltarei mais vezes!

Sabrina Sanfelice disse...

Poesia
Feita de tato
Feita de sílabas
Expostas e estendidas

Poeta
Feita de vida
Feita de versos
Lidos e aplaudidos

Você não é só feita em versos. É pura poesia.

andre gabriel disse...

oi querida, passando para agradecer a grandeza de me convidar pro seu "7 cabeças". mil beijos

Henrique disse...

eita, me fez pagar um boquete com esse poema! ahuaua que ousadia!