segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

mea culpa

Me perdoa
pelo susto
que te visita
quando, esquiva,
num impulso
te abraço:
brasa
e me julgo
brisa

12 comentários:

Ramon Alcântara disse...

nada desculpa o fogo que queima a água.

Sérgio Franck disse...

Sandra, dá vontade de te ler num fôlego só e, por diversas vezes...

Beijo!

J. Caribé disse...

O susto do vestido levantado ou do arrepio da pele, ambos causados pela brisa, esses são os sustos bons...

Lubi disse...

é me julgo brisa.

tuas poesias tem você de uma forma muito fácil de notar.
tão bom isso, sabia?

novidades sobre o sarau de março?

Beijo.

Lá Cociuffo disse...

Às vezes, entreo aqui e me comovo com suas palavras. Indiquei seu blog...Passa no meu e da uma olhadinha que você vai entender.

Vanessa disse...

Sandra, li e gostei. É o máximo que posso dizer diante de poesia. Poesia já diz tudo.

abraço

Mr. Ziggy disse...

Gostei desses teus impulsos. Poeticamente na dose certa. Beijo!

Rayanne disse...

Ah! A desculpa vem chispando palavras n'água!

Foi-se de mim, daqui, do sempre?

**Estrelas**

andre gabriel disse...

brasa, brisa ... impulsos e sustos, tão poucas palavras e tanto dito. beijos

Francisco Dantas disse...

Querida amiga, esse brasa/brisa está o máximo. Um beijo.

Poética disse...

Muito legal.
Edu T.

Sérgio Franck disse...

Relido, lindo! Seus poemetos têm um que de chocolate...