quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

aunque lejos

Sinto ainda na pele
O deslize
Da sua mão,
Que brinca
Tímida e sem limite,
Na minha íntima febre

Ainda vibra em mim
O jorro silencioso
Assim como o gozo
Que você declina
Quando recolho
Sua saliva
Na minha boca...
Ponho seus dedos
Nos meus cabelos...
Prendo seu peso
Entre minhas coxas!

(Algo me levou ao passado...rs... acho que é efeito do fim de ano! Atualizei o Gavetas Abertas)

10 comentários:

andré gabriel disse...

oi! minha passagem por aqui é sempre como a de um faminto beija-flor, recolhendo o polen e nectar necessários. tua poesia á na medida certa. beijos

Múcio L Góes disse...

belo, belo...

requinte trivial.


bjo.

ps: conte-me a história dps! rs

Elcio disse...

de passagem novamente...e esperando o novo poema...rss

bjs e otima semana.

Simone Oliveira disse...

Atualizamos...rs...
BJS e um FELIZ NATAL.
Si

José Rosa (ZeRo S/A) disse...

Você não muda nunca o seu estilo... que ótimo, pois sempre se repete a beleza por aqui.

Mineira (Matutando...) disse...

Sandra

Que honra e que felicidade receber sua visita!

Adoro te ler! Nem fases idéia o quanto!

Espero que não tenhas ficado chateada, por eu postar seus textos, de vez em quando... mas sempre credito!

Abraço!

...

poeta matemático disse...

Q dizer? É uma pintura...

paulo vigu disse...

Cuidar e permitir o amor. Ter paz ser zen. E amar.
Bom natal - Grande Virada. 2008 - Lá vamos nós. Beijo, poeta! Riodaqui aí

andré gabriel disse...

passando para desejar excelente 2008 , muita saúde e paz. grande beijo

Ady Cavalcante disse...

Lindo, começando pelo título. E não sei se já te disse, mas "lejos" é a minha palavra em espanhol preferida! Amo!!! Beijos!!