domingo, 22 de julho de 2007

contradição

O que sinto por ele
(e não digo)
é meu escrito contido
que se esforça, mas alicia
e me transforma em poesia...
O que digo pra ele
(ou minto)
É verso sem medida
No resto de um poema noturno
Onde transbordo silenciosa
quando em rima eu durmo
e acordo prosa

6 comentários:

Leandro Jardim disse...

ah, a graça que sandra sempre emana quando passa1

beiJardins

Bobo da Côrte disse...

Simplesmente...maravilhoso!

Beijos de luz...

ZeRo S/A disse...

Lindo jogo de palavras.

Cidadão Solitário. disse...

E quando dorme prosa e acorda verso?

Abraços

Ady Cavalcante disse...

Lindo, minha poeta, lindo!! Beijos mil!!!!

moacircaetano disse...

ah, minha querida...
os dois últimos versos são soberbos!
E nossa parceria, hein? hein?