sábado, 1 de setembro de 2007

anti-soneto

Com a boca felina
O verbo preenche a rima
que brilha impaciente
(entre as coxas)

rica de desejos
... clandestina
Num toque aceso
(entre os dedos)

o verso insere
seu gesto ereto
na estrofe desmedida

e inscreve o soneto
(...obsceno)
que a libido assina

11 comentários:

paulo vigu disse...

Retardei o retorno. Entre aviões Tam e um metrô vou pensando que a metrópole já era. Mas anti-monotonia é o anti-soneto e a chegada na casa de Sandra. Beijo - Riodaqui ao mar - Paulo Vigu

Camila Lemos Barata disse...

Adoro muito suas palavras de dar em dois...

Beijo,flor.

poeta matemático disse...

Ui...

rsrsrs

Múcio L Góes disse...

perfeito.

bjsss!

:)

Luzzsh disse...

Uau...hot, as usual. Saudades, querida. Retornando à poesia, eis-me aqui, a visitar-te. Beijos!

Vieira Calado disse...

Está uma marotice bem esgalhada, sim senhor.
Gostei.
Bom Domingo.

ZeRo S/A disse...

Lindo poema.... como sempre....

andré gabriel disse...

preciso descobrir o segredo destes teus caminhos, de resvalar delicadamente no íntimo, de se equilibrar entre o magnífico e o quase pérfido. hahaha, não se o termo correto é pérfido, mas adoro essa tua delicadeza provocante. beijos

Raiça Bomfim disse...

que maravilha!

Octávio Roggiero Neto disse...

http://www.paopoesia.blogspot.com/

chisleid santana disse...
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