domingo, 11 de fevereiro de 2007

degustação

Na saliva fica
O ácido da uva
De tanino doce...
Ainda precoce
Como vinho que nasce
E sai do carvalho mais cedo
Esperando-se à tarde:
Espumante prosecco

9 comentários:

andré gabriel disse...

taí uma receita em que o tempo é remédio, é necessário, é amigo e vale a pena esperar. beijos tintos

Marcelo disse...

Não tenha pressa, sinta primeiro na ponta da língua, distingua as frutas, as madeiras e as especiarias... deixe que escorra, vagarosamente, pela carne esponjosa e vermelha que em boca alguma se aquieta... deixe a tarde avançar, sem pressa... o mar já não é branco nem espumante. O sol, preguiçoso, escorrega e vai descendo a roçar com a montanha... o céu se avermelha e a noite a tudo envolve. Troque o copo, abra outra garrafa, o tinto será companheiro até o dia amanhecer...

renata - moça do atendimento técnico blá blá! :D disse...

ô, menina, que blog chique, belo e movimentado! bjocas!

czarina disse...

e viva o vinho!
ps- sentimos sua falta na casa das rosas...

Ellemos disse...

Te esperamos à tarde... Mas vinho é um bom motivo.

E como diria a moça aqui de cima: ábaco!

Luzzsh disse...

Hummmm.....bão de se beber a dois...

Beijos, querida.

moacircaetano disse...

e no vinho
que escorre
da tua boca
nos bebemos:
eu maluco
você louca!

Poeta Matemático disse...

Um pouquinho de tudo o que importa e cativa...

Múcio Góes disse...

Digno de Dionisio, poema de gustar, degustar.

belo.

bjos.