sábado, 9 de dezembro de 2006

enchente

Se tua chuva morna
Me enche
E contorna
Meu centro
Enxugo a chuva dos olhos
... Chovo e me molho
Por dentro...

(re-post em "homenagem" à semana tempestiva que acabou)

8 comentários:

paulo vigu disse...

É o poeta chovendo suas lágrimas independente se vem do suor do prazer ou da dor. O "Feitaemversos" é um lugar intenso. Saio daqui pausando a respiração. Riodaqui aí/ beijo em Sandra/ Paulo Vigu/ 1º hoje

Ellemos disse...

Foi literalmente tempestiva aqui em Sampa!

Beijos pra você!

Alex disse...

Amo este poema!

Iuri disse...

é que de vez em quando,
faz-se necessário acontecer uma tempestade dentro de nós.

Poeta Matemático disse...

HUm...

Forte, forte

Uma força danada...

rsrsrs

Octávio Roggiero Neto disse...

Abra-se o tempo em ti, então, e que as horas sejam um rio no qual mergulhemos de cabeça!
Beijos, Sandra!

kathy disse...

ai san, como gostei disso.... kathy

Múcio Góes disse...

Ah, se chover fosse apenas para germinar poemas...

chove, chuva!

bjo.