sábado, 20 de janeiro de 2007

em (tuas) mãos

Depois que me deixo contraída
Em teu incansável dedilhar,
e me encaixo umedecida
em teu macio dedo anular...
Calo para que ouças
apenas meu pulsar inquietante
Que desespera de fato
...sabendo-me tua amante

Um comentário:

Poeta Matemático disse...

Normalmente quando estamos falando do anular

O indicado e o médio...

Ah, deixa pra lá, minha imaginação de jovem voa...

Beijos